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	<title>Valores &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>INSS prorroga prazo para aposentados contestarem descontos indevidos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:01:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou uma prorrogação crucial no prazo para que aposentados e pensionistas de todo o país contestem descontos associativos não autorizados em seus benefícios. A nova data limite, agora fixada em 20 de junho, representa uma última oportunidade para milhões de segurados buscarem o ressarcimento de valores cobrados indevidamente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou uma prorrogação crucial no prazo para que aposentados e pensionistas de todo o país contestem descontos associativos não autorizados em seus benefícios. A nova data limite, agora fixada em 20 de junho, representa uma última oportunidade para milhões de segurados buscarem o ressarcimento de valores cobrados indevidamente. Esta etapa é fundamental, pois a contestação é uma condição obrigatória para aderir ao acordo de ressarcimento corrigido proposto pelo Governo Federal, visando proteger os beneficiários de práticas abusivas e garantir a devolução de seu dinheiro.</p>
<p> Entenda os descontos indevidos e o novo prazo para contestação</p>
<p> A origem das cobranças e a importância do prazo prorrogado</p>
<p>Milhões de aposentados e pensionistas têm sido alvo de cobranças indevidas, realizadas por diversas associações e sindicatos sem a devida autorização ou consentimento claro dos beneficiários. Tais descontos, que aparecem como &#8220;contribuições associativas&#8221; ou &#8220;mensalidades sindicais&#8221; nos extratos de pagamento, muitas vezes são resultado de afiliações não solicitadas ou de informações obtidas de forma irregular. Essa prática lesiva tem causado prejuízos significativos a um público que, em muitos casos, possui renda limitada e depende integralmente de seus benefícios para o sustento. A Polícia Federal, em uma investigação aprofundada sobre o tema, estimou que sindicatos e associações arrecadaram indevidamente cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024, evidenciando a dimensão do esquema.</p>
<p>Diante desse cenário alarmante, o Governo Federal, em parceria com o INSS, implementou um programa para facilitar a recuperação desses valores. A contestação dos descontos é o primeiro e mais importante passo para que o segurado possa aderir a um acordo de ressarcimento que prevê a devolução dos valores corrigidos. A prorrogação do prazo para 20 de junho demonstra a preocupação em assegurar que o maior número possível de afetados tenha tempo hábil para manifestar sua discordância. Quem perder esta data final pode ficar de fora da negociação administrativa, comprometendo a chance de receber de volta os montantes subtraídos de seus benefícios. É um momento decisivo para que os beneficiários ajam e protejam seus direitos.</p>
<p> O processo de contestação e os números da recuperação de valores</p>
<p> Como buscar o ressarcimento e a efetividade das ações do INSS</p>
<p>Para contestar os descontos indevidos, os aposentados e pensionistas dispõem de canais acessíveis e práticos. A principal via é o aplicativo ou site &#8220;Meu INSS&#8221;, uma plataforma digital que permite aos segurados consultarem seu extrato de pagamento de benefício, identificar as cobranças não autorizadas e, em seguida, registrar a contestação de forma online. É essencial que o beneficiário verifique detalhadamente cada item do extrato, buscando por siglas de associações ou sindicatos que não reconheça. Caso o acesso digital seja um desafio, o telefone 135, central de atendimento do INSS, também está disponível para auxiliar no processo, com atendentes preparados para guiar o segurado. Além disso, as agências dos Correios, por meio de um convênio com o INSS, oferecem suporte presencial para quem necessita de auxílio para registrar a contestação, garantindo que a falta de acesso à internet ou familiaridade com o digital não seja um impedimento.</p>
<p>Após a contestação ser registrada e a adesão ao acordo de ressarcimento corrigido ser formalizada, o processo de devolução dos valores é ágil. Os beneficiários que fecham o acordo recebem o dinheiro corrigido em até três dias úteis, um diferencial importante que garante a rápida recuperação dos prejuízos. A efetividade das medidas tomadas pelo INSS e pelo Governo Federal já pode ser vista nos números: até o momento, quase R$ 3 bilhões foram devolvidos aos segurados. Mais de 6,4 milhões de pessoas já realizaram a contestação, o que demonstra a vasta escala do problema e a resposta dos beneficiários. No entanto, é preocupante que cerca de 2 milhões dessas pessoas, mesmo após contestar, ainda não aderiram ao acordo para o ressarcimento efetivo. Além desses, cerca de 760 mil novos beneficiários foram identificados como aptos a ingressar na negociação, ressaltando a importância de verificar a situação do benefício. A ação contínua do INSS não apenas visa a devolução dos valores passados, mas também a implementação de mecanismos para prevenir futuras ocorrências e proteger os segurados.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A prorrogação do prazo até 20 de junho para contestar os descontos indevidos representa uma janela final e indispensável para aposentados e pensionistas. Este esforço do INSS e do Governo Federal visa corrigir injustiças históricas, assegurando que os valores subtraídos sejam devolvidos. A iniciativa não só repara os danos financeiros, mas também reforça a importância da vigilância e do conhecimento dos próprios direitos.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Até quando posso contestar os descontos indevidos?<br />
O prazo final para contestar os descontos associativos não autorizados foi prorrogado e vai até 20 de junho. É crucial que os aposentados e pensionistas realizem a contestação antes desta data para garantir o direito ao ressarcimento.</p>
<p>Quais são as formas de contestar os descontos?<br />
Os beneficiários podem contestar os descontos indevidos de três maneiras principais: pelo aplicativo ou site &#8220;Meu INSS&#8221;, ligando para a Central de Atendimento 135, ou presencialmente em uma das agências dos Correios conveniadas.</p>
<p>O que acontece se eu não contestar até o prazo final?<br />
Se o beneficiário não contestar os descontos indevidos até 20 de junho, ele pode perder a oportunidade de aderir ao acordo de ressarcimento corrigido oferecido pelo Governo Federal e, consequentemente, não receberá administrativamente os valores cobrados indevidamente.</p>
<p>Quanto tempo leva para receber o dinheiro após fechar o acordo?<br />
Após a contestação ser registrada e o beneficiário aderir formalmente ao acordo de ressarcimento, os valores corrigidos são pagos em até três dias úteis diretamente na conta do segurado.</p>
<p>Não perca a chance de recuperar seus valores. Acesse o Meu INSS hoje mesmo e garanta seus direitos!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Justiça barra venda de ingressos para o festival de parintins 2026</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 15:00:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A venda de ingressos para o aguardado Festival de Parintins 2026, que estava programada para começar nesta sexta-feira (7), foi interrompida por uma decisão judicial no Amazonas. A medida cautelar foi motivada por uma denúncia do Ministério Público do estado, que apontou um aumento considerado abusivo nos preços dos bilhetes para o evento. A proibição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A venda de ingressos para o aguardado Festival de Parintins 2026, que estava programada para começar nesta sexta-feira (7), foi interrompida por uma decisão judicial no Amazonas. A medida cautelar foi motivada por uma denúncia do Ministério Público do estado, que apontou um aumento considerado abusivo nos preços dos bilhetes para o evento.</p>
<p>A proibição da comercialização, tanto online quanto presencial, visa proteger os consumidores de práticas que, segundo o MP amazonense, violam o Código de Defesa do Consumidor. O argumento central é que a ausência de justificativas claras e transparentes para os reajustes nos valores dos ingressos configura uma prática abusiva.</p>
<p>O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) concedeu um prazo de cinco dias para que a Amazon Best Turismo e Eventos Ltda, empresa responsável pela organização do Festival de Parintins, apresente um detalhamento completo dos critérios econômicos e financeiros que embasaram os aumentos nos preços. A Justiça busca entender a lógica por trás dos reajustes e verificar se eles são compatíveis com a legislação vigente.</p>
<p>De acordo com a promotoria do MP do Amazonas, os aumentos nos valores dos ingressos chegam a quase 250% em diversos setores do Bumbódromo, em comparação com os preços praticados na edição anterior do festival. Essa disparidade nos valores levantou suspeitas e motivou a ação do Ministério Público para proteger os direitos dos consumidores.</p>
<p>O Festival de Parintins, que em 2026 celebrará sua 61ª edição, é um dos eventos culturais mais importantes do Brasil e atrai milhares de turistas e amantes da cultura popular para a cidade de Parintins, no coração da Amazônia. A festa está programada para acontecer nos dias 26, 27 e 28 de junho, e a expectativa é que, como em todos os anos, os bumbás Garantido e Caprichoso protagonizem um espetáculo de cores, dança e tradição. A suspensão da venda de ingressos adiciona uma dose de incerteza ao planejamento do evento e gera apreensão entre os fãs do festival.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Justiça condena ex-diretor a devolver milhões desviados de instituto de previdência</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 08:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um ex-diretor de recursos humanos do Instituto de Previdência de Barretos, em São Paulo, foi condenado pela Justiça a ressarcir mais de R$ 2 milhões desviados durante o período em que esteve à frente do departamento. A decisão judicial é resultado de uma investigação que apurou transferências ilícitas de valores destinados a beneficiários falecidos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ex-diretor de recursos humanos do Instituto de Previdência de Barretos, em São Paulo, foi condenado pela Justiça a ressarcir mais de R$ 2 milhões desviados durante o período em que esteve à frente do departamento. A decisão judicial é resultado de uma investigação que apurou transferências ilícitas de valores destinados a beneficiários falecidos para contas bancárias do ex-funcionário, identificado como Nilton Moreira da Silva, e de sua filha, Letícia Moreira da Silva.</p>
<p>As irregularidades, que ocorreram entre 2014 e 2018, vieram à tona após o afastamento de Nilton Moreira da Silva do cargo por motivos de saúde. Durante sua ausência, um servidor substituto detectou uma diferença de R$ 100 mil no dia do pagamento da folha salarial, o que levantou suspeitas e deu início a uma investigação interna.</p>
<p>O esquema fraudulento consistia na reativação, mês a mês, de benefícios de pessoas falecidas que não possuíam dependentes. Nilton Moreira da Silva, aproveitando-se de sua posição e acesso ao sistema de pagamentos, incluía esses valores na folha, sem identificar os reais beneficiários. Em seguida, a folha era encaminhada ao banco, que efetuava os depósitos nas contas do ex-diretor e de sua filha. Estima-se que, juntos, eles tenham recebido R$ 2,3 milhões através desse esquema.</p>
<p>Em depoimento ao Ministério Público, o ex-diretor confessou as fraudes, alegando problemas emocionais e financeiros como motivação. Ele afirmou ter utilizado todo o dinheiro desviado e ainda ter auxiliado algumas pessoas. A filha, por sua vez, alegou que apenas emprestou sua conta bancária e desconhecia a origem ilícita dos valores depositados.</p>
<p>Além da condenação na esfera cível, que determina a devolução dos valores desviados, Nilton Moreira da Silva também foi condenado a 11 anos de prisão na área criminal. Letícia Moreira da Silva foi sentenciada a 6 anos em regime semiaberto. Ambos recorrem das decisões em liberdade.</p>
<p>A investigação revelou que Nilton Moreira da Silva, que ocupou o cargo de diretor de recursos humanos do Instituto de Previdência de Barretos por oito anos, manipulava o sistema de pagamentos para desbloquear os benefícios de aposentados e pensionistas falecidos que não deixaram dependentes. Ele alterava os dados bancários para que os valores fossem depositados em suas contas e, em seguida, revertia as alterações no sistema.</p>
<p>O caso gerou grande repercussão na região e expôs a fragilidade dos controles internos do Instituto de Previdência de Barretos, levantando questionamentos sobre a necessidade de aprimoramento dos mecanismos de fiscalização e segurança para evitar fraudes semelhantes no futuro. O ex-servidor Nilton Moreira da Silva foi demitido do IPM de Barretos, SP.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Lula sobre descontos irregulares em aposentadorias: “Vítimas não serão prejudicadas”</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2025 15:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista após visita à Rússia, presidente enfatiza que investigações vão a fundo para determinar responsabilidades, restituir valores e punir quem tirou ilegalmente dinheiro de aposentados e pensionistas do INSS &#8220;As vítimas não serão prejudicadas. Quem vai ser prejudicado são aqueles que um dia ousaram explorar o aposentado e o pensionista brasileiro, criando entidades e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Em entrevista após visita à Rússia, presidente enfatiza que investigações vão a fundo para determinar responsabilidades, restituir valores e punir quem tirou ilegalmente dinheiro de aposentados e pensionistas do INSS</em></h4>
<p>&#8220;As vítimas não serão prejudicadas. Quem vai ser prejudicado são aqueles que um dia ousaram explorar o aposentado e o pensionista brasileiro, criando entidades e fazendo promessas possivelmente nunca cumpridas para esse povo&#8221;. A frase do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante coletiva de imprensa neste sábado, na Rússia, define a perspectiva do Governo Federal diante dos descontos ilegais feitos por associações em aposentadorias e pensões de brasileiros. O crime foi descoberto em investigação conduzida pela Polícia Federal e Controladoria-Geral da União.<br />
O compromisso, segundo o presidente, é de apuração completa das irregularidades, identificação de responsáveis, ressarcimento de quem foi lesado e punição de quem atentou contra o bolso dos brasileiros. &#8220;A CGU e a Polícia Federal, num processo de investigação com muita inteligência, sem alarde, conseguiram desmontar uma quadrilha montada desde 2019 nesse país. Aquelas entidades que roubaram vão ter os bens congelados. Nós vamos, desses bens, repatriar o dinheiro para que a gente possa pagar as pessoas&#8221;, disse Lula. &#8220;Foi um assalto a aposentados, aposentadas e pensionistas deste país&#8221;.<br />
O presidente ressaltou que é essencial, na apuração, separar as entidades sérias, que não cometeram irregularidades, e as criadas para cometer crimes. &#8220;Devolver os recursos vai depender de constatar a quantidade de pessoas enganadas. A quantidade de pessoas que tiveram o nome em uma lista sem que tivessem assinado. Tanto a CGU como a Polícia Federal foram a fundo na exploração para chegar no coração da quadrilha&#8221;, explicou.<br />
Em coletiva de imprensa na última quinta-feira, os titulares do Ministério da Previdência Social, da Advocacia-Geral da União, da Controladoria Geral da União e o presidente do INSS explicaram que a comunicação a aposentados e pensionistas será feita nos canais oficiais do INSS.<br />
A intenção inicial foi <a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/05/governo-vai-informar-aposentados-que-tiveram-descontos-suspeitos-pelos-canais-oficiais-do-inss" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/05/governo-vai-informar-aposentados-que-tiveram-descontos-suspeitos-pelos-canais-oficiais-do-inss&amp;source=gmail&amp;ust=1747236206852000&amp;usg=AOvVaw2KPA4A9z7ffF_26ZGAnK8v">avisar e tranquilizar todas as pessoas que não sofreram qualquer desconto (para evitar golpes)</a>. Quem teve descontos, deverá reconhecer ou contestar, de forma simplificada. A exigência de comprovação, com assinaturas e documentos de adesão, é obrigação das entidades.<br />
Lula enfatizou o compromisso do Governo Federal com a resolução da investigação com a consistência necessária. “Eles [os fraudadores] não foram no cofre do INSS, foram no bolso do povo. É isso que nos deixa revoltados. E é por isso que vamos a fundo para saber quem é quem nesse jogo. O que quero é que a gente consiga apurar para apresentar ao povo a verdade, porque não estou atrás do show de pirotecnia. Estou atrás de apurar quem assaltou o bolso dos aposentados e pensionistas brasileiros? O que sei é que as vítimas não terão prejuízo”, afirmou o presidente.</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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