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	<title>vigilância em saúde &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>vigilância em saúde &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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		<title>Ministério da Saúde distribui mais 1,2 milhão de doses da vacina contra Covid-19</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 16:32:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco recebem os imunizantes a partir de ontem (23). Até o final da semana todos os estados estarão contemplados &#160; O Ministério da Saúde iniciou a distribuição de 1,2 milhão de doses de vacinas contra a Covid-19. São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco recebem os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco recebem os imunizantes a partir de ontem (23). Até o final da semana todos os estados estarão contemplados</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministério da Saúde iniciou a distribuição de 1,2 milhão de doses de vacinas contra a <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/covid-19" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/covid-19&amp;source=gmail&amp;ust=1729873121532000&amp;usg=AOvVaw0mSrMJXj4EZtaBkjbc-aSE">Covid-19</a>. São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco recebem os imunizantes a partir desta quarta-feira (23). Até o final da semana todos os estados estarão contemplados. O novo lote é parte da compra emergencial de imunizantes atualizados. A pasta realiza envios regulares de vacinas aos estados, que são responsáveis por abastecer os municípios.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/ministerio-da-saude-distribui-mais-1-2-milhao-de-doses-da-vacina-contra-covid-19" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/ministerio-da-saude-distribui-mais-1-2-milhao-de-doses-da-vacina-contra-covid-19&amp;source=gmail&amp;ust=1729873121532000&amp;usg=AOvVaw1KPIrzkS22tYvYIZc-OLk6">Leia a matéria na integra aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>São Paulo: confira as últimas ações do Ministério da Saúde no combate à dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 00:02:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfrentamento da doença é prioridade do governo federal esde 2023, o Ministério da Saúde coordena uma série de ações com foco no combate à dengue. Nas últimas semanas, a pasta anunciou ampliação para R$1,5 bilhão o recurso para apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no enfrentamento de emergências em saúde pública; distribuiu vacinas para regiões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="documentDescription"><em>Enfrentamento da doença é prioridade do governo federal</em></h4>
<article>
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<div id="parent-fieldname-text" class="">
<p>esde 2023, o Ministério da Saúde coordena uma série de ações com foco no combate à dengue. Nas últimas semanas, a pasta anunciou ampliação para R$1,5 bilhão o recurso para apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no enfrentamento de emergências em saúde pública; distribuiu vacinas para regiões prioritárias; aproximou diálogo com o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para ampliar a produção do imunizante; instalou um Centro de Operações de Emergência (COE); produziu novas ações pela campanha de conscientização e enfrentamento da doença; e realizou um pronunciamento nacional na rede aberta de rádio e televisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Entenda a ampliação dos recursos para emergências em saúde</strong></h4>
<p>O Ministério da Saúde ampliou para R$ 1,5 bilhão os recursos reservados para apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no enfrentamento de emergências, como a alta de casos de dengue no país. Em <a class="external-link" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-3.160-de-9-de-fevereiro-de-2024-542590475" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->portaria </a>publicada na última sexta-feira (9), a Pasta também anunciou otimização para acelerar a liberação de recursos para estados e municípios que decretarem emergência, seja por dengue, outras arboviroses ou situações que acometam a saúde pública.</p>
<p>O apoio financeiro será destinado para medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública em situações que podem ser epidemiológicas, de desastres, ou de desassistência à população. Para receber o recurso, o estado ou município deve enviar ao governo federal um ofício com a declaração de emergência em saúde. Os repasses serão mensais durante a vigência do decreto de emergência.</p>
<p>Também será necessário apresentar um plano de ação, que deve conter a apresentação da condição de saúde local, considerando a situação epidemiológica, necessidade de atendimento à população e a sobrecarga da rede assistencial. Também deve detalhar as ações de saúde a serem realizadas e os respectivos valores estimados. É possível que a solicitação de apoio ao Ministério da Saúde seja feita por mais de um ente federativo em conjunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Saiba mais sobre a distribuição das vacinas</strong></h4>
<p>No dia 8 de fevereiro, foi iniciada a distribuição de vacinas contra a dengue para municípios que atendem os critérios definidos pela Saúde em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Inicialmente, a imunização começou pelas crianças de 10 a 11 anos, mas assim que novos lotes forem entregues pelo laboratório fabricante, a faixa etária vai avançar progressivamente.</p>
<p>O lote inicial, com 712 mil doses, foi enviado para 315 municípios nos seguintes estados: Goiás, Bahia, Acre, Paraíba, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Amazonas, São Paulo e Distrito Federal. A primeira remessa atende a 60% dos 521 municípios selecionados e a previsão é que os demais recebam doses até a primeira quinzena de março. Com o recebimento das 6,5 milhões de doses em 2024, o Ministério da Saúde garante a vacinação de todas as crianças de 10 a 14 anos, nos municípios selecionados, ao longo dos meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Para ampliação da oferta do imunizante</strong></h4>
<p>A ministra da Saúde, Nísia Trindade, se reuniu com Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, e Mario Moreira, presidente da Fiocruz. A reunião faz parte de uma estratégia de união e coordenação de esforços para viabilizar uma maior oferta de vacinas contra a dengue para o país.</p>
<p>O tema também foi discutido em agenda da ministra com o presidente Luís Inácio Lula da Silva, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, e o diretor da Opas, Jarbas Barbosa. Em conversa sobre uma possível parceria na produção da vacina contra a dengue, o diretor da OMS afirmou considerar o Brasil como um provável fornecedor do imunizante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estudo inédito em parceria com a prefeitura do RJ e com a Fiocruz</strong></h4>
<p>Como parte do conjunto de ações estratégicas para o enfrentamento das arboviroses e do aumento de casos de dengue no Brasil, o Ministério da Saúde iniciou, nesta sexta-feira (16), um estudo para avaliar a efetividade da vacina na população adulta. A iniciativa acontece em Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro. A pesquisa vai imunizar 20 mil pessoas voluntárias, entre 18 e 40 anos de idade, residentes da região e com cadastro ativo em uma das 10 unidades locais de Atenção Primária.</p>
<p>O objetivo é comparar a incidência de infecção sintomática de dengue em um grupo vacinado com a incidência entre não vacinados. Com isso, será possível medir a efetividade do imunizante na prevenção de casos sintomáticos de dengue por qualquer sorotipo. O estudo, realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, vai oferecer novas evidências científicas para subsidiar a tomada de decisão na vacinação dos demais públicos aprovados pela Anvisa, da faixa etária de 4 a 60 anos.</p>
<p><strong>Mais sobre a instalação do Centro de Operações de Emergência</strong><br />
O Ministério da Saúde iniciou as atividades do Centro de Operações de Emergência (COE) contra dengue e outras arboviroses. O objetivo da iniciativa é permitir maior agilidade no monitoramento e na análise do cenário da dengue para conter o avanço da doença no país. Coordenada com estados e municípios, essa estrutura organizacional tem participação das secretarias da pasta e representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Fiocruz, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (Conasems).</p>
<p>O COE vai funcionar de forma ininterrupta durante o todo o período de elevação dos casos de dengue. As metas serão fornecer dados epidemiológicos atualizados a estados e municípios; soluções estruturantes e coordenadas para resposta rápida à emergência em curso; e informes que retratem a situação da doença, a fim de promover respostas rápidas e coletivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>E mais: transparência e participação social!</strong></h4>
<p>Sem deixar de lado a transparência e o cuidado com população, um pronunciamento oficial da ministra Nísia Trindade foi exibido na rede nacional de rádio e TV para convocar uma mobilização geral de combate à dengue. Com esse objetivo, a pasta também iniciou uma campanha digital com artistas, personalidades do esporte e influencers, ressaltando que dez minutos já fazem toda a diferença na eliminação de focos do mosquito.</p>
<p>A ministra também se reuniu com o Fórum dos Governadores, da qual participaram 16 estados e o Distrito Federal, e com representantes de entidades do setor privado de Saúde. Além de alinhar as estratégias de combate às arboviroses e de cuidado com as pessoas doentes, os encontros valorizam o diálogo com todos os setores da sociedade para este momento crucial do enfrentamento à dengue.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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		<title>Ministério da Saúde anuncia estratégia de vacinação contra a dengue</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.life/ministerio-da-saude-anuncia-estrategia-de-vacinacao-contra-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 23:56:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vacina será aplicada no público-alvo de regiões endêmicas, em 521 municípios, a partir de fevereiro. Imunização é parte de uma série de ações iniciadas ainda em 2023 para enfrentamento da doença Desde 2023, o Ministério da Saúde está em constante monitoramento e alerta para o aumento de casos de dengue no Brasil. Nesse cenário, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="documentDescription"><em>Vacina será aplicada no público-alvo de regiões endêmicas, em 521 municípios, a partir de fevereiro. Imunização é parte de uma série de ações iniciadas ainda em 2023 para enfrentamento da doença</em></h4>
<p>Desde 2023, o Ministério da Saúde está em constante monitoramento e alerta para o aumento de casos de dengue no Brasil. Nesse cenário, a pasta coordenou uma série de ações para o enfrentamento das arboviroses, intensificou os esforços e reforçou a conscientização sobre medidas de prevenção. Uma das iniciativas foi a incorporação da vacina contra a dengue, que será aplicada na população de regiões endêmicas, em 521 municípios, a partir de fevereiro. O processo foi organizado com Conass e Conasems &#8211; órgãos representantes das Secretarias de Saúde dos estados e municípios &#8211; seguindo as recomendações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p class="callout"><strong><a class="internal-link" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue/vacinacao" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="true" data-tippy="">Confira a lista das regiões de saúde</a></strong></p>
<p>As regiões de saúde selecionadas atendem a três critérios: possuem pelo menos um município de grande porte, ou seja, mais de 100 mil habitantes, com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024, e com maior predominância do sorotipo DENV-2. Com isso, 16 estados e o Distrito Federal têm municípios que preenchem os requisitos para o início da vacinação a partir de 2024. Serão vacinadas as crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária que concentra maior número de hospitalização por dengue – 16,4 mil de janeiro de 2019 a novembro de 2023, depois das pessoas idosas, grupo para o qual a vacina não foi autorizada pela Anvisa. Esse é um recorte que reúne o maior número de regiões de saúde. O esquema vacinal será composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.</p>
<p>A definição de um público-alvo e regiões prioritárias para a imunização foi necessária em razão da capacidade limitada de fornecimento de doses pelo laboratório fabricante da vacina. A primeira remessa com cerca de 757 mil doses chegou ao Brasil no último sábado (20). O lote faz parte de um total de 1,32 milhão de doses fornecidas pela farmacêutica. Outra remessa, com mais de 568 mil doses, está com entrega prevista para fevereiro. Além dessas, o Ministério da Saúde adquiriu o quantitativo total disponível pelo fabricante para 2024: 5,2 milhões de doses. De acordo com a empresa, a previsão é que sejam entregues ao longo do ano, até dezembro. Para 2025, a pasta já contratou 9 milhões de doses.</p>
<p>O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal. O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra a dengue em dezembro de 2023. A inclusão foi analisada de forma célere pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS), que recomendou a incorporação.</p>
<h4 class=" "><b>Esforço conjunto</b></h4>
<p class=" ">A estratégia de imunização foi apresentada, nesta quinta-feira (25), em entrevista coletiva na sede do ministério, em Brasília. Presente à entrevista, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, observou que o enfrentamento à doença deve ser uma soma de esforços. “O combate à dengue é uma ação de governo, mas tem de ser uma ação também de cada cidadão, de cada cidadã. É necessário lembrar que os focos do mosquito estão 75% nas casas, então essa união de esforços é muito importante”, destacou.</p>
<p class=" ">Nísia também comentou a chegada da vacina<i> </i>ao país e lembrou que o ministério seguirá atuando para que a imunização contra a dengue se consolide. “A vacina é, de fato, uma novidade auspiciosa, um instrumento de saúde fundamental.  Não obstante, a indústria tem um número limitado de doses para atender um país grande como o nosso. Vamos continuar trabalhando para aumentar essa escala de produção de forma combinada com a empresa” , disse.</p>
<p>“A vacina é mais uma tecnologia, mas não podemos abrir mão dos outros cuidados com a doença. Ao longo dos anos, o Brasil continuará em busca de mais imunizantes e esperamos que outros produtores possam contribuir”, complementou o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti.</p>
<div><b><img decoding="async" class="image-inline" src="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/imagens/mapa_regional_de_saude" alt="Mapa Regional de Saúde" /></b></div>
<p><span class="discreet">Mapa Regional de Saúde</span></p>
<h4><b>Outras ações estratégicas para enfrentamento das arboviroses</b></h4>
<p>Com o início do período das chuvas e das altas temperaturas, e diante do alerta emitido pela OMS sobre o aumento das arboviroses em razão das mudanças climáticas ocasionadas pelo El Niño, somadas ao cenário nacional de reaparecimento dos sorotipos DENV-3 e DENV-4, o Ministério da Saúde coordenou uma série de atividades preparatórias para a sazonalidade de 2024.</p>
<p>De acordo com o <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses/informe-semanal/informe-semanal-no-06-arboviroses-urbanas-se-27-2023-a-se-03-2024-23-de-janeiro-de-2024" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->Informe Semanal das Arboviroses Urbanas</a> do Ministério da Saúde, entre as semanas epidemiológicas 1 a 3 deste ano, foram registrados 120.874 casos prováveis e 12 óbitos por dengue. Em 2023, houve a notificação de 44.753 casos prováveis e 26 óbitos no Brasil. O documento de acompanhamento do cenário nacional foi uma das iniciativas disponibilizadas para o monitoramento estratégico.</p>
<p>Em novembro, como parte das ações de comunicação regionalizada, o Ministério da Saúde lançou novas campanhas de mobilização social, voltadas à realidade de cada região do país e peculiaridades desse cenário epidemiológico. Em dezembro, foi instalada a Sala Nacional de Arboviroses, um espaço permanente de monitoramento em tempo real dos locais com maior incidência das doenças. Com a medida, é possível direcionar as ações de vigilância de forma estratégica nas regiões mais afetadas.</p>
<p>Outra iniciativa foi a realização da reunião nacional de preparação para o período de alta transmissão de arboviroses, com a participação dos 27 estados e 42 municípios. Em novembro, a pasta emitiu uma Nota de Alerta sobre o aumento de casos de dengue e Chikungunya no território nacional.</p>
<p class="callout"><strong><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/arquivos/ppt_coletivadengue_25jan2024_vfinal_p-publicar.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->Confira a apresentação de slides na íntegra</a></strong></p>
<p>Para apoiar estados e municípios nas medidas de prevenção e controle, o Ministério da Saúde repassou R$ 256 milhões para todo o país, em uma ação de reforço do enfrentamento da doença. Do valor total, R$ 111,5 milhões foram transferidos ainda em 2023, em parcela única, para fortalecer a vigilância e a contenção do Aedes aegypti &#8211; sendo R$ 39,5 milhões para estados e Distrito Federal e outros R$ 72 milhões para municípios. Além disso, haverá repasse de R$ 144,4 milhões para fomentar ações de vigilância em saúde em todo o país.</p>
<p>Ainda em 2023, o Ministério da Saúde qualificou cerca de 12 mil profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, para atuarem como multiplicadores para manejo clínico, vigilância e controle da doença. A medida permitirá a rápida identificação da doença pelos profissionais. Neste sentido, a pasta orienta que a população busque o serviço de saúde mais próximo ao apresentar os primeiros sintomas.</p>
<p>O Ministério da Saúde normalizou os estoques de inseticidas, que estavam em situação crítica desde o início de 2023. Ao todo, foram distribuídos 142,5 mil quilos de larvicida; 9,6 mil quilos de adulticida para aplicação residual em pontos estratégicos; e 156,7 mil litros do adulticida para aplicação espacial a Ultra Baixo Volume (UBV). Para 2024, foram realizadas novas aquisições, sendo 400 mil quilos de larvicida e 12,6 mil quilos de adulticida para aplicação residual. Todos os estados estão abastecidos com os insumos.</p>
<p>O reabastecimento também foi possível para os testes diagnósticos de controle da dengue: 125,2 mil unidades de teste rápido foram distribuídas, além de 47,6 mil unidades de exames de biologia molecular. Houve aquisição, ainda, de sais de reidratação oral, equipamentos portáteis para contagem de hemácias e de plaquetas.</p>
<p>A nova gestão do Ministério da Saúde também expandiu, em 2023, o método Wolbachia como estratégia adicional de controle das arboviroses. A pasta fez o repasse de R$ 30 milhões para ampliar a tecnologia em seis municípios: Natal (RN), Uberlândia (MG), Presidente Prudente (SP), Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Joinville (SC), além das cidades já incluídas na pesquisa, que são Campo Grande (MS), Petrolina (PE), Belo Horizonte (MG), Niterói (RJ) e Rio de Janeiro (RJ). A iniciativa consiste na liberação de mosquitos da espécie Aedes aegypti infectados por uma bactéria intracelular do gênero Wolbachia, que apenas infecta insetos, e atua bloqueando a capacidade de transmissão dos vírus pelo mosquito.</p>
<p>Os resultados do 3º Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) e do Levantamento de Índice Amostral (LIA) de 2023 foram apresentados recentemente. Os números indicaram que 74,8% dos criadouros do mosquito da dengue estão nos domicílios, como em vasos e pratos de plantas, garrafas retornáveis, pingadeira, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros em geral, pequenas fontes ornamentais e materiais em depósitos de construção (sanitários estocados, canos, etc.). O levantamento apontou que depósitos de armazenamento de água elevados (caixas d’água, tambores, depósitos de alvenaria) e no nível do solo (tonel, tambor, barril, cisternas, poço/cacimba) aparecem como segundo maior foco de procriação dos vetores, com 22%, enquanto depósitos de pneus e lixo têm 3,2%.</p>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a principal medida é a eliminação dos criadouros do mosquito. Daí a importância de receber os Agentes de Combate a Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, que vão ajudar a encontrar e eliminar possíveis criadouros. Para 2024, também está em andamento a pactuação de apoio assistencial aos estados em situação de emergência.</p>
<p><strong>Transmissão da coletiva, via YouTube</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5-fpAMlFQG8?si=ikpiFw2bAB0X5_-w" width="100%" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-src="https://www.youtube.com/embed/5-fpAMlFQG8?si=ikpiFw2bAB0X5_-w" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
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