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	<title>Vôlei feminino &#8211; Jornal Digital da Regi&atilde;o Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Campeão pela 17ª vez, Vôlei de Osasco conquista título invicto</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 10:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Equipe comandada pelo técnico Luizomar fechou o playoff final ao bater o Pinheiros em dois jogos seguidos. Diante de uma ginásio lotada e empurradas por cerca de 4 mil pessoas, osasquenses vencera, por 3 a 0 Osasco São Cristóvão Saúde é o melhor time do estado de São Paulo pela 17ª vez em sua história. [&#8230;]</p>
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<h4><em>Equipe comandada pelo técnico Luizomar fechou o playoff final ao bater o Pinheiros em dois jogos seguidos. Diante de uma ginásio lotada e empurradas por cerca de 4 mil pessoas, osasquenses vencera, por 3 a 0</em></h4>
<p>Osasco São Cristóvão Saúde é o melhor time do estado de São Paulo pela 17ª vez em sua história. O time comandado pelo técnico Luizomar conquistou o título do Campeonato Paulista 2023 ao derrotar o Pinheiros por 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/17 e 25/23, em 1h30min, na noite desta quinta-feira (5), diante de 4 mil torcedores que lotaram o ginásio José Liberatti. Os gritos de &#8220;Osascão campeão&#8221; e &#8220;O campeão voltou&#8221; vindos da arquibancada vinham carregados de um motivo a mais para se orgulhar. Camila Brait, Fabiana, Tifanny e cia. levantaram o caneco invictas.</p>
<p>Com o resultado, Osasco fechou o playoff decisivo com o placar de 2 a o (na segunda-feira  havia batido o adversário também por 3 sets a 0). Quem chegou para sentir o gostinho de ser campeã e também o carinho do torcedor osasquense foi Brionne Butler. A central, que estava defendendo a seleção dos Estados Unidos, chegou ao Brasil na manhã desta quinta-feira e foi aplaudida de pé pela torcida antes da partida.</p>
<p>Camila Brait, capitã do time, levantou o troféu e comemorou a vitória com a filha, Alice. “É muito bom levantar a taça de campeã no Liberatti, diante da nossa torcida. Voltei de uma gravidez e são conquistas como essa, viver esses momentos com esse time, aqui em Osasco, nessa atmosfera maravilhosa, que me fazem deixar os dois pequenos em casa e vir trabalhar todos os dias”, disse.</p>
<p>Quem também não desgrudou do filho foi a central Fabiana. “É o primeiro título que o Asaf festeja comigo na quadra, ainda mais com a casa cheia, com essa torcida linda. Tem sido um ano muito especial. Eu não tinha dúvidas do que eu seria capaz de mais conquistas e essa vitória veio. A gente passa por tanta coisa na vida e às vezes acha que já viveu tudo. E não. Eu vi que faltava mais um porquinho e fico feliz com essa grande vitória”, comentou a bicampeã olímpica.</p>
<p>O técnico Luizomar citou justamente as mães medalhistas olímpicas. “É uma conquista que precisa ser comemorada. E sentimento de conquista é ótimo. Não apenas meu, da comissão técnica e das atletas, mas de toda a cidade. Tem muita gente trabalhando para que esse time continue e seja competitivo. É um grande prazer ver o Liberatti lotado, o pessoal voltando para saca com esse sentimento de orgulho. Temos muitas meninas que não tinham vestido essa camisa. E tenho duas mães, duas medalhistas olímpicas. E eu falei para elas na preleção: acredito que o motivo de vocês continuarem depois de uma gravidez, deixarem os filhos na escolinha e vir trabalhar é essa gana, essa sede por vitória. E chegou o dia. Vamos nos divertir e ganhar”. E elas fizeram isso muito bem. Agora é pé no chão e continuar trabalhando”, disse o treinador.</p>
<p>Tifanny não escondeu a felicidade e o orgulho por conquistar seu segundo título com a camisa osasquense. “O Paulista voltou pra casa. É Osasco campeão novamente. Quero continuar vendo essa torcida com muita garra, porque vamos com tudo nessa Superliga. Trabalhamos muito e merecemos levantar esse troféu com uma vitória por 3 a 0. Terminamos invictas e perdemos apenas dois sets no campeonato todo. Isso comprova que o trabalho foi bem feito, que o time deu liga boa e vamos nessa luta por mais títulos”, completou.</p>
<p><strong>O jogo –</strong> Osasco começou quente e colocou mais fogo na torcida ao abrir 5/0, após Giovana engatar uma sequência de saques. As donas da casa jogaram na frente todo o tempo e não permitiram que o Pinheiros conseguisse reagir. Callie marcou 15/10 e Fabiana, no bloqueio, fez 20/13. O set point veio em um ataque veloz da central norte-americana. Lorenne, no contra-ataque gerado por uma defesa de Camila Brait, fechou em 25/20.</p>
<p>As osasquenses mantiveram a intensidade e novamente dominaram a parcial. Quando Tifanny montou o bloqueio simples para fazer 11/7, Pinheiros pediu o seu segundo tempo. No 15/9, os papéis “se inverteram em quadra”, com a líbero Camila Brait levantando para Tifanny atacar do fundo, após defesa da levantadora Giovana. Fabiana marcou dois pontos seguidos: 20/12 na china e 21/12 em uma bola de xeque. E assim como no primeiro set, Lorenne fechou em 25/17.</p>
<p>O terceiro set não começou bem para Osasco. Luizomar precisou pedir tempo quando sua equipe perdia por 7/10 e 10/14. O treinador também mexeu algumas peças, como as entradas de Amanda e Mayara. Mostrando resiliência de campeão, a equipe osasquense foi se recuperando. Callie, a maior pontuadora da partida – com 17 acertos – deixou a diferença em um ponto 19/20. O empate veio com um erro do Pinheiros e a virada se consolidou após um bloqueio duplo de Maira e Fabiana. Com uma boa sequência de saques de Silvana, as donas da casa assumiram o controle. Tifanny atacou para o match point: 24/22. Um erro de saque das adversárias consolidou a vitória e o título.</p>
<p>Jogaram e marcaram para <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong>: Giovana (1), Lorenne (15), Maira (6), Tifanny (8), Callie (17), Fabiana (10) e a líbero Camila Brait. Técnico: Luizomar de Moura. Entraram: Mayara (1), Silvana (1), Amanda (1), Kenya.</p>
<p>Jogaram e marcaram para o Pinheiros: Jackeline, Bruna Moraes (11), Lays (11), Mara (5), Sonaly (5), Karen (3) e a líbero Kika. Técnico: Duda Nunes. Entraram: Carol Grossi (3), Amanda, Isabella (9), Talita.</p>
<p><strong>CAMPEONATO PAULISTA 2023</strong><strong></p>
<p>Final<br />
</strong>2/10 – Pinheiros 0 x 3 <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong> – São Paulo<br />
5/10 – <strong>Osasco São Cristóvão Saúde </strong>3 x 0 Pinheiros – Osasco</p>
<p><strong>Semifinal</strong><strong><br />
</strong>21/09 – Barueri Volleyball Club 0 x 3 <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong><br />
28/09 – <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong> 3 x 0 Barueri Volleyball Club</p>
<p><strong>Fase de Classificação</strong><strong><br />
</strong>18/8 –  <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong> 3 x 0 São Caetano<br />
25/8 – <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong> 3 x 0 Campinas<br />
31/8 – Pinheiros 1 x 3<strong> Osasco São Cristóvão Saúde</strong><strong><br />
</strong>8/9 – <strong>Osasco São Cristóvão Saúde</strong> 3 x 0 Sesi Bauru<br />
12/9 – Barueri 0 x 3<strong> Osasco São Cristóvão Saúde</strong><strong><br />
</strong>15/9 – Renasce Sorocaba 1 x 3<strong> Osasco São Cristóvão Saúde</strong></p>
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		<title>Barueri é a capital brasileira do vôlei feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 11:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe o que há de comum entre as atletas brasileiras que estão na elite do voleibol mundial feminino? Muitas delas passaram pelas escolinhas de Barueri ou jogaram aqui em algum momento de suas carreiras. Dentre as 14 jogadoras da seleção brasileira, vice-campeã no último Mundial realizado na Holanda recentemente, seis já jogaram em Barueri. Uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Sabe o que há de comum entre as atletas brasileiras que estão na elite do voleibol mundial feminino? Muitas delas passaram pelas escolinhas de Barueri ou jogaram aqui em algum momento de suas carreiras. Dentre as 14 jogadoras da seleção brasileira, vice-campeã no último Mundial realizado na Holanda recentemente, seis já jogaram em Barueri.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Uma delas, a ponteira Tainara Lemes Santos, de 22 anos, nascida em Jandira, começou nas escolinhas de Barueri aos 12 anos e passou por diversas categorias de base até chegar à equipe principal em 2016 e ser campeã paulista contra a forte equipe de Osasco, na casa do adversário em 2019. Atualmente defende o Praia Clube, de Uberlândia, vencedor de vários títulos nacionais e internacionais.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">José Vonaldo Sousa, o “Cunha”, fala com orgulho da atleta que ele ajudou a formar. “Tive a felicidade de trabalhar com ela, com as irmãs Kenya e Karyna e também com a Jaqueline. Comentava com os pais delas que um dia iria vê-las brilhando”, gaba-se.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">A formação</span></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O começo dessas jogadoras é muito difícil: antes dos 10 anos já estão treinando arduamente e não podem se descuidar dos estudos. Barueri exige que elas treinem sempre no contraturno (três horas por dia, quatro vezes por semana). “Nosso objetivo é formar cidadãs através do esporte”, não se cansa de dizer o secretário de Esportes Tom Moisés.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Já nas competições de base (Sub-14 e Sub-15), algumas jogadoras se destacam e recebem propostas para integrar equipes de outras cidades. Uma de nossas jogadoras, a oposta Lorrayna Marys da Silva, de 23 anos, aceitou proposta para jogar no Bérgamo, da Itália. No Campeonato Metropolitano deste ano, as duas equipes estão invictas há mais de 20 partidas. A equipe Sub-14 está na semifinal e a Sub-15 já avançou à final. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Nas seletivas (“peneiras”) organizadas anualmente por Barueri, quase sempre no Ginásio do Jardim Belval, é comum que muitas meninas abaixo de 11 anos, federadas ou não, queiram fazer parte das equipes da cidade, o que acaba dando muito trabalho aos técnicos Adroaldo Sousa e Cunha. A própria Federação Paulista de Volleyball ajuda a divulgar a seletiva em seu site.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">O Barueri Esporte Forte se deu ao luxo de disputar recentemente a “Copa Hebraica de Voleibol” com uma equipe mista das categorias Sub-14 e Sub-15 com jogadoras que não são titulares e foi campeão com muita propriedade: venceu as sete partidas (contra A Hebraica, Cotia e Diadema), quase todos por 3 sets a 0.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">As conquistas</span></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Barueri é uma referência nas categorias de base do voleibol feminino mesmo antes da chegada de José Roberto Guimarães, técnico do Barueri Volleyball Club e da seleção brasileira adulta. Em 2021, as equipes Sub-17, Sub-19 e Sub-21 chegaram às finais de todos os campeonatos disputados.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">No Campeonato Sul-Americano Sub-23, realizado em novembro do ano passado na Colômbia, além do técnico Wagão (Wagner Coppini), Barueri cedeu as jogadoras Jacke Moreno, Diana, Lorrayna, Lorena e Jheovana. O Brasil foi o campeão e garantiu uma vaga nos Jogos Pan-Americanos que ocorrerão em Santiago (Chile) em 2023. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">No Campeonato Brasileiro de Seleções Sub-17, disputado em março deste ano em Saquarema (RJ), Barueri não só cedeu quatro jogadoras para a seleção paulista (Eduarda Zeni, Bárbara Santos, Lorena Astromiskis e Eduarda Souza) como também uma para o Estado do Paraná (Ludmila Guimarães), que terminou a competição como vice-campeã.  </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Jogadoras da seleção brasileira com passagem por Barueri</span></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Opostas: Kisy (Minas Tênis) e Lorenne (Sesc Flamengo);</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Ponteira: Tainara (Praia Clube);</span><br />
<span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Central: Lorena (Sesi Bauru);</span><br />
<span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Líbero: Nyeme (Sesi Bauru) e Natinha (Osasco).</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
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